Feliz Natal (8)

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[Vídeo] Blog acompanha manifestação lusitana na Av. Paulista

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Os gritos da torcida lusitana na Avenida Paulista

De “diga não ao tapetão” a “somos loucos pela Portuguesa”, ouça os gritos que deram o tom do protesto lusitano na Avenida Paulista:

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Um dia o Brasil levará o futebol a sério?

Caso não fosse revoltante, seria engraçado pensar que aquele que se (auto) intitula o “país do futebol” é talvez o que menos leva a sério este esporte. Não é exclusividade tupiniquim, longe disso. Porém, é no Brasil que vivemos e só nós podemos mudar nossa realidade. Por aqui o futebol ainda é o paraíso onde dívidas astronômicas jamais são pagas, onde o dinheiro é lavado sem acanhamento, onde empresários conquistam fortunas sem prestar contas, onde os impostos são burlados à surdina, onde jovens sonhadores são tratados como escravos, onde consumidores são explorados na cara dura, onde bandidos são alimentados nas arquibancadas e onde a violência é tratada a panos quentes.

E sob o pretexto de que o Brasil é a pátria de chuteiras e de que a alegria não pode parar, burla-se tudo. Para sediar a tão cobiçada Copa do Mundo, por exemplo, viu-se o país prostituir-se nas mãos da entidade-mor do esporte bretão. O campeonato da FIFA chegou à nação muito antes de 2014 atropelando leis, autonomias e soberanias como se nada fossem. Instaurou-se até uma legislação paralela, que prende e manda soltar, e que se sente no direito de exigir sequer sentir cócegas das leis que regem a República. A qualquer pessoa com o mínimo de sensatez o absurdo é claro. Porém, neste país, o futebol vive à margem da “Justiça Comum” há muito tempo.

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O esporte brasileiro possui sua própria “Justiça”. O futebol do país tropical a conhece por um apelido que não se deseja ser familiar: o STJD. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva é mantido pela Confederação Brasileira de Futebol. Não é necessário sequer discutir os modelos de gestão – “feudais modernos”, diga-se – de ambas as entidades. O que salta aos olhos é a maneira como trabalham. E basta uma rápida pesquisa sobre a história da entidade para que se constate que um programa de computador realizaria um trabalho mais sério e eficaz. E comunicaria os clubes de suas decisões imediatamente. Olha só, que inacreditável!

Clubismos e animosidades à parte, os julgamentos de Portuguesa e Flamengo nesta interminável temporada de 2013 do Campeonato Brasileiro poderiam ser utilizados pela justiça desportiva como uma oportunidade de finalmente colocar as coisas nos eixos. O que se viu e se vê – novamente ressalto: clubismos à parte – é vergonhoso. A tal justiça desportiva conseguiu transformar um julgamento em um teatro, o tribunal em uma forca medieval e desvirtuou o conceito da palavra ‘justiça’.

Aplicou-se a “letra fria da lei”. Portanto, pergunto: se o trabalho de um tribunal resume-se a aplicar a lei independentemente do caso, por que não criar um sistema de computador que, automaticamente, puna os infratores? O tribunal está a serviço do quê? De algumas folhas de papel ou da justiça? Da cegueira ou da ponderação? Da capacidade de ligar pontos ou da condição de interpretar? Seria mais fácil, rápido, barato e simples criar um programa de computador que automaticamente retire os pontos de um determinado clube por cometer uma determinada infração.

Aqui não se discorda que Héverton tenha ido a campo irregularmente. Discorda-se da forma como se brinca de fazer justiça no STJD. Qualquer pessoa alfabetizada seria capaz de fazer aquilo que foi feito. Porém, pessoas estudam e precisam de diploma para chegar ali. Porque as pessoas que com isso trabalham não servem a um amontoado de artigos, parágrafos, incisos e afins. Servem à justiça. Justiça essa que certamente não existe para punir com a pena de morte um motorista que estacionou sobre uma faixa de pedestres.

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E por que será que a justiça desportiva teme tanto que os clubes recorram à “Justiça Comum”? O tal do STJD goza de um poder que, na verdade, não lhe cabe. Supervaloriza uma função da qual abusa. Desvirtua os princípios mais básicos daquilo que deveria defender. Perante a “Justiça Comum”, como vários juristas apregoam sem dó nem piedade nos últimos dias, o STJD não é nada. Ou será a toa o desespero do ex-governador biônico, ou melhor, do presidente da CBF para que a Portuguesa não recorra à “Justiça Comum”? Ou será a toa que o Ministério Público de São Paulo inicia uma investigação sobre o caso?

A justiça desportiva tinha em mãos uma oportunidade de ouro para começar a ser respeitada. Até mesmo a ideia dos dois pesos e duas medidas poderia ser desfeita.  Porém, prefere reforçar os velhos vícios e reafirmar que o futebol brasileiro é risível. Desde os tribunais até as gestões dos clubes. O STJD já brincou demais com a Justiça. Talvez tenha chegado a hora de ser colocado em seu devido lugar. Ou iremos cuspir em nossa Constituição e bradar novamente que o futebol é só alegria, festa e bola na rede? Futebol pode não ser feito de hospitais, mas, enquanto esporte, é feito de justiça. A verdade é que o país cuja Seleção é a mais vitoriosa da história tem mais motivos para se enojar do que se orgulhar de seu futebol.

Por Luiz Nascimento

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Entre o apito e a martelada, somos Lusa

“Quando a gente era pequeno, o sonho de qualquer criança era vir pra Paulista. Olha onde nós estamos, cara”. Passo sobre passo, dois lusitanos conversavam emocionados enquanto, cada um de um lado, estendiam uma bandeira da Portuguesa. Éramos cerca de 400 corações rubro-verdes a fazer da mais paulista das avenidas nosso amado Canindé. Não comemorávamos título algum, apenas fazíamos o que nos foi destinado desde que nos apresentaram este mundo: lutávamos por nossa grandeza, por nossa dignidade, por nossas cores, por nosso suor, por nossa voz. Lutávamos pela Lusa.

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A torcida cujos títulos não se apresentam em forma de troféus, mas se encarnam em três pontos de rodada a rodada, mostrava ao mundo que existia. Tal qual nas arquibancadas, provávamos ali que não somos a meia dúzia da Kombi, mas que, se um dia formos, seremos com o mesmo orgulho e dignidade. Não somos uma massa, mas somos uma nação. Valente e imortal, que o Atlântico cruzou em busca do desconhecido, que do suor construiu uma vida e que sabe, mais do que qualquer um, o valor de uma conquista. Por isso, ledamente enganados estão os mandachuvas que apostam ser fácil roubar dos lusitanos o que por eles foi conquistado.

Em meio a crianças cantando o hino do clube, batendo no peito e bradando que em campo – sim, em campo – a Lusa, para nós, é sempre um time campeão e a senhores que viram Julinho Botelho, Djalma Santos, Ivair, Félix e Enéas construírem a nossa história, estava eu a refletir. Só nós – e mais ninguém além de nós – temos a noção de que neste 14 de dezembro de 2013 escrevemos o mais importante capítulo da história de nossa torcida. Não há comemoração de título mais importante que nossa eterna luta pela grandeza.

É curioso pensar que o grito de gol mais emocionado de minha vida foi aquele que, modestamente, impediu que a Lusa um dia disputasse a varzeana Série C. Assim como, a quem não tem sangue rubro-verde, deve ser engraçado presenciar alguém afirmando que o ponto alto de sua jornada de arquibancada não se deu em um alambrado, mas na Avenida Paulista, a gritar contra a injustiça que vem dos tribunais. Porque o futebol de verdade, aquele disputado dentro de campo, traduz a vida. As alegrias duram o grito de um gol, as tristezas duram mais que uma prorrogação, as conquistas são sofridas, as derrotas são doloridas e aqueles que têm o poder em suas mãos tratam de dar um jeitinho de puxar o tapete.

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Neste 16 de dezembro de 2013 a tal pátria de chuteiras tem a chance de virar uma página obscura que já impregnou tristemente a sua história. A página da injustiça, da desonestidade, da prepotência, do interesse, das mesas viradas e reviradas, do maldito jeitinho brasileiro. A história lusitana já ganhou mais um capítulo de nobreza e honra. Cutucaram um leão que estava tranquilo, satisfeito com sua modesta conquista. Levantaram uma voz que parecia rouca. Uniram aqueles cuja união sempre foi vista como utópica. Julgaram que a Lusa fosse um clube de esquina. Levantamo-nos, unimo-nos, protestamos, gritamos e lutamos. Mostramos que não somos massa, muito menos massa de manobra.

O futebol brasileiro que se limpe. Porque nós, assim como resistimos a Marques e Castrilli, resistiremos a Schmidt. Sob o apito ou a martelada, somos a contramão. Não somos o clube pequeno da torcida minúscula, muito menos a bucha do canhão. Na batalha entre Davi e Golias, somos o grito do oprimido. Somos o merecimento, a conquista, o suor, o amor. Em cada um de nós pulsam as palavras do maestro João Carlos Martins: “se estivesse passando pela Marginal e visse que a Portuguesa estava tão mal a ponto de disputar a várzea, desceria do carro e grudaria no alambrado para gritar ‘Lusa! Lusa! Lusa!’”.

Vai, Portuguesa! Vai, não para de lutar!

Por Luiz Nascimento

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Com tensão fora de campo, Lusa e Grêmio fecham a temporada no Canindé

Portuguesa e Grêmio poderiam protagonizar um dos jogos mais emocionantes da última rodada deste Brasileirão. A Lusa lutando para escapar do rebaixamento e os gaúchos em uma briga ferrenha por vaga na Libertadores. Porém, a penúltima rodada foi um alívio para ambos. Enquanto a Rubro-Verde está virtualmente garantida na Série A, o Grêmio apenas decide se consegue vaga direta ao torneio continental ou se  disputa o mata-mata que antecede a competição.

treino-lusa-7105287960Se o clima não é dos mais quentes dentro de campo, fora dele o que se vê é justamente o contrário. Pelos lados do Canindé, o elenco ameaçou não treinar na última quinta-feira (5) por atraso no pagamento de pendências com os atletas – varia de caso a caso, passando por salário, direito de imagem e auxílio-moradia. Ilídio Lico, presidente eleito que ainda não tomou posse, teve de intervir com uma nova vaquinha – já que havia acertado parte das dívidas do clube com os atletas antes da penúltima rodada – o que fez com que a equipe fosse a campo. Já em Porto Alegre, Barcos tomou as dores do grupo e queixou-se de atraso no pagamento de um mês dos famosos direitos de imagem – que são usados por clubes e jogadores como meio de receber parte do salário, já que é isento de impostos. Porém, assim como na Lusa, a alegação é de que a diretoria tenta resolver a situação de forma amigável.

Problemas financeiros a parte, fato é que Guto Ferreira e Renato Gaúcho não poderão contar com jogadores experientes para a partida. Na Lusa, o meia Souza está vetado pelo Departamento Médico, assim como o Grêmio já deu até férias, pelo mesmo motivo, a Elano. A Rubro-Verde ainda pode se alegrar com a volta do meia-atacante Diogo, por mais que o volante Bruno Henrique esteja suspenso e, muito provavelmente, não vista mais a camisa rubro-verde. Um outro desfalque gaúcho, que pode ser menos sentido, é o do zagueiro Gabriel, que foi submetido a uma cirurgia no joelho esquerdo.

diogo_treinoportuguesa_gazetapress.jpg_95Portanto, Guto Ferreira deve mandar a campo um onze titular formado por: Lauro; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Willian Arão, Moisés e Wanderson; Diogo e Gilberto. E para fazer frente à Rubro-Verde, Renato Gaúcho dificilmente apresentará surpresas em seu time-base: Dida; Pará, Bressan, Rhodolfo e Alex Telles; Souza, Ramiro e Zé Roberto; Vargas, Kleber e Barcos.

Para este confronto, que encerra a temporada 2013 para ambos os clubes, a Confederação Brasileira de Futebol escalou um árbitro mineiro. Emerson de Almeida Ferreira será o dono do apito, a ser auxiliado por Fábio Pereira, de Tocantins, e Marrubson Melo Freitas, do Distrito Federal.

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Ilídio Lico fala sobre os desafios como novo presidente

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A resistência venceu o retrocesso

Interior paulista, bilheterias acanhadas, ingressos baratos, campo sexagenário, arquibancadas de concreto, sol rachando, jogadores assistindo à partida no meio da torcida, idosos, crianças, mulheres, radinho à pilha, pipoca, banheiros sem torneiras… mas com bicas d’água minando sem parar! O estádio, que parece lutar ferozmente para não abrir mão da tradição em troca da tal “modernidade”, era palco perfeito para o mais irônico dos acontecimentos nesta temporada do futebol brasileiro: a permanência da Portuguesa na Série A.

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Após o segundo gol, o alívio e a comemoração

O chamado “futebol moderno” teve de lidar com a zebra. Um daqueles clubes cuja participação na elite só faz sentido por ser um dos entulhos a figurar entre os quatro rebaixados conseguiu safar-se. A Lusa venceu a Ponte Preta – que na competição nacional não conseguiu lutar contra o destino imposto pelos mandachuvas da bola – por 2 a 0 em Campinas e cravou os salvadores 47 pontos. Vista pela maioria como a sem dinheiro, a sem craques, a sem elenco, a sem torcida, ou seja, a que não faz falta à Série A, a Rubro-Verde vai para seu terceiro ano seguido na elite depois da década maldita.

Porém, se por um lado é engraçado pensar na reação dos adeptos do “futebol moderno” – aquele que divide um campeonato em dois, com os que lutam por título/libertadores e os que lutam por sobrevivência, salvo dois ou três pontos fora da curva em cima e embaixo –, por outro é impossível não ter a convicção de que a Portuguesa personifica o milagre neste campeonato. Uma coisa é ser história, raça, camisa e tradição, ou seja, contra o “futebol moderno” visto puramente como negócio das massas. Outra coisa é ser gerida como a padaria da esquina, com um amadorismo de meio século atrás. Em outras palavras, uma coisa é representar a resistência, outra é encarnar o retrocesso.

Enquanto comissão técnica, elenco e torcida foram a resistência, a diretoria foi o retrocesso. A Portuguesa não enfrentou apenas adversários que ganham cinco vezes mais dinheiro do que ela para disputar o mesmo campeonato. A Lusa não encarou somente arbitragens ferozes e estádios lotados. A Rubro-Verde teve de suportar uma diretoria que sacou o fraco Péricles Chamusca para deixar Edson Pimenta brincar de ser treinador por quase 10 rodadas, teve de suportar Candinho deixar o elenco sem sequer um lateral-esquerdo de ofício, teve de suportar vendas de mando de campo, salários atrasados, auxílios-moradia a perder de vista e promessas não cumpridas de pagamento aos direitos de imagem.

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Ao final da partida a torcida foi ao alambrado comemorar com o time

A Rubro-Verde não foi sequer aquele clube que se reestruturou na parada da Copa das Confederações. Foi o motorista que, como dizia Geninho no ano passado, teve de “trocar os pneus com o carro andando”. Guto Ferreira foi talvez a única tacada certeira. Com ele veio a organização tática, o padrão de jogo, alguns jogadores importantes, a vontade de vencer, a entrega e a superação. A Lusa venceu seu pior adversário: ela própria. Venceu as derrotas sofridas nos últimos minutos das partidas, venceu a seca de gols, venceu os erros de arbitragem, venceu o protesto dos jogadores ao não concentrarem, venceu a canalhice da diretoria e até teve de transformar Campo Grande e Fortaleza em Canindé.

Há algumas rodadas que venho conversando com alguns fiéis amigos de arquibancada no Canindé: se a Portuguesa resistiu a Lupa e Pimenta em um mesmo campeonato, o que a derrubará? Querendo a diretoria ou não, querendo os mandachuvas da bola ou não, a Lusa está aí, na Série A, em seu lugar, provando sua grandeza. Porque, como uma vez disse o cronista Ugo Giorgetti, a grandeza da Rubro-Verde não está no prestígio de suas glórias, mas na própria luta que trava em busca de sua grandeza. Nós torcedores, que somos a Lusa, merecemos. No ano da Copa do Mundo em solo tupiniquim, o país do futebol terá a Associação Portuguesa de Desportos na elite de seu mais importante campeonato. Abracem, aceitem, engulam. E, à nova diretoria, pelo amor de Deus: mudem!

E você, torcedor lusitano? O que tem a dizer sobre a permanência da Lusa na Série A? Dê sua opinião! Comente abaixo!

Por Luiz Nascimento

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Ponte Preta 0x2 Portuguesa – Veja os gols da partida:

 

Ficha Técnica:

Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 01 de dezembro de 2013, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho e Danilo Ricardo Simon Manis (ambos de SP)
Cartões amarelos: Chiquinho, Betão e Ferron (Ponte Preta); Bruno Henrique e Gilberto (Portuguesa)
Gols: Henrique, aos 15 minutos do primeiro tempo, e Wanderson, aos 20 minutos do segundo tempo

PONTE PRETA: Daniel; Régis (Ferron), Betão, Raphael Silva e Chiquinho; Magal, Ferrugem (Rafael Ratão), Alef e Adrianinho; Adailton e William (Luizinho)
Técnico: Jorginho

PORTUGUESA: Lauro; Luis Ricardo, Lima, Valdomiro e Rogério; Ferdinando, Henrique (Corrêa), Moisés e Souza (Wanderson); Bruno Henrique (Muralha) e Gilberto
Técnico: Guto Ferreira

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Portuguesa 2×0 Atlético-MG – Veja os gols da partida:

Ficha Técnica:

Local: Estádio do Canindé, em São Paulo (SP)
Data: 17 de novembro de 2013, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: José Antônio Chaves Franco Filho (RS) e Lúcio Beiersdorf Flor (RS)
Cartões amarelos: Moisés e Bruno Moraes (Portuguesa)Carlos César, Emerson, Lucas Cândido e Neto Berola (Atlético-MG)

Gols: PORTUGUESA: Bruno Henrique, aos 45 minutos do primeiro tempo e Henrique, aos 19 minutos do segundo tempo

PORTUGUESA: Lauro; Luís Ricardo, Lima, Valdomiro, Bryan; Bruno Henrique, Willian Arão, Moisés; Wanderson (Corrêa), Henrique (Bruno Moraes) e Diogo (Jean Mota)
Técnico: Guto Ferreira

ATLÉTICO-MG: Giovanni; Leonardo Silva, Emerson, Réver (Junior César); Carlos César, Gilberto Silva (Dátolo), Rosinei, Lucas Cândido; Luan, Diego Tardelli e Fernandinho (Neto Berola)
Técnico: Cuca

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